quarta-feira, 10 de novembro de 2010

2 comentários:

  1. Campo grande está passando por uma situação ímpar, no que diz respeito a saúde, por motivo da paralisação das atividades do hospital PedroII, os atendimentos e demandas dos moradores e usuários daquela unidade de saúde, estão sendo encaminhados ao Rocha faria, que sem estrutura adiciona,l se vê obrigado a trabalhar ultrapassando todos os limites, inclusive com atendimento ainda mais precarizado, em razão dos funcionários agregados de Santa cruz, estarem sendo alvo de constrangimentos e mau vontade dos servidores locais, inclusive dos escalões mais elevados, pois a relação enquanto profissionais sofre os efeitos do natural desentrosamento entre as equipes, a ponto de se desgastarem quando procuram ferramentas e materiais de trabalho, por não saberem onde encontrar são destratados, isso é parte das reclamações ouvidas nos corredores do hospital, fatos como este só nos dão a certeza, que na ponta quem sofre é a população, que além da saúde debilitada ainda fica exposta as intempéries, de uma gestão omissa por parte do Estado, que vê na terceirização uma forma dissimulada, de entreguismo da saúde, à voraz sanha do capitalismo selvagem e viciado, mas como achar aliados para interferir na questão? Se não esclarecem a população os reais objetivos e estatísticas das propostas em pauta. Acho, que mais uma vez, por falta de conhecimento, a população vai ser obrigada a comprar o que vendem, embrulhado em papel fosco de onde só a desconfiança é vista com clareza. Atenção formadores de opinião, profissionais do ramo, políticos de verdade, sindicatos e movimentos populares principalmente da região afetada, vamos arregaçar as mangas, não para atrapalhar o que for de benefício, porém, não omitir os pontos prejudiciais que poderão abalar ainda mais os atendimentos na rede hospitalar, não estou formando juízo nem dando direcionamentos, mas convocando a sociedade à uma reflexão e atitude.
    Gelson da Silva

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  2. Campo grande está passando por uma situação ímpar, no que diz respeito a saúde, por motivo da paralisação das atividades do hospital PedroII, os atendimentos e demandas dos moradores e usuários daquela unidade de saúde, estão sendo encaminhados ao Rocha faria, que sem estrutura adiciona,l se vê obrigado a trabalhar ultrapassando todos os limites, inclusive com atendimento ainda mais precarizado, em razão dos funcionários agregados de Santa cruz, estarem sendo alvo de constrangimentos e mau vontade dos servidores locais, inclusive dos escalões mais elevados, pois a relação enquanto profissionais sofre os efeitos do natural desentrosamento entre as equipes, a ponto de se desgastarem quando procuram ferramentas e materiais de trabalho, por não saberem onde encontrar são destratados, isso é parte das reclamações ouvidas nos corredores do hospital, fatos como este só nos dão a certeza, que na ponta quem sofre é a população, que além da saúde debilitada ainda fica exposta as intempéries, de uma gestão omissa por parte do Estado, que vê na terceirização uma forma dissimulada, de entreguismo da saúde, à voraz sanha do capitalismo selvagem e viciado, mas como achar aliados para interferir na questão? Se não esclarecem a população os reais objetivos e estatísticas das propostas em pauta. Acho, que mais uma vez, por falta de conhecimento, a população vai ser obrigada a comprar o que vendem, embrulhado em papel fosco de onde só a desconfiança é vista com clareza. Atenção formadores de opinião, profissionais do ramo, políticos de verdade, sindicatos e movimentos populares principalmente da região afetada, vamos arregaçar as mangas, não para atrapalhar o que for de benefício, porém, não omitir os pontos prejudiciais que poderão abalar ainda mais os atendimentos na rede hospitalar, não estou formando juízo nem dando direcionamentos, mas convocando a sociedade à uma reflexão e atitude.
    Gelson da Silva

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